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FANORPI e FACESI são premiadas no II Duke Energy
SEGUNDA-FEIRA, 9 DE MARÇO DE 2015
 
 

Na tarde de 06/03 último, representantes da Faculdade de Ciências Educacionais e Sistemas Integrados – FACESI, de Ibiporã/PR, e da Faculdade do Norte Pioneiro – FANORPI, de Santo Antônio da Platina/PR, ambas Instituições de Ensino Superior integrantes da UNIESP, estiveram presentes na sede da Duke Energy Brasil, em São Paulo/SP, para receberem suas premiações na 2ª edição do Prêmio Duke Energy - Energia e Inovação.

uniesp_fanorpi_facesi_II_Duke_EnergyO prêmio, em parceria com a UNISOL - Universidade Solidária, é um concurso que seleciona projetos no âmbito da extensão universitária voltados às IES dos estados de São Paulo e Paraná. Seu objetivo é promover a troca de conhecimentos e estimular o desenvolvimento de novas tecnologias e metodologias em consonância com o tema “Desenvolvimento Econômico", criando assim condições para a geração de renda em comunidades situadas nas áreas de abrangência.

Após um intenso trabalho de avaliação, foram escolhidos os três vencedores e, dentre eles, estão o “Renda Solar: Secagem de Alimentos por Fonte de Energia Renovável (Solar) - Possibilidade de Geração de Renda para o Pequeno Produtor Rural de Jacarezinho/PR”, da FANORPI, e o “PROSURDO - Projeto de Capacitação da Comunidade Surda de Ibiporã”, da FACESI. Cada projeto vencedor recebeu como prêmio R$ 50.000,0 e suporte técnico para implementação das propostas apresentadas. Agora, discentes e docentes terão 12 meses para desenvolverem seus projetos.

Para Graça Zurlo, diretora da FANORPI (premiada pela segunda vez), é um privilégio ter uma empresa que acredita em seus projetos. “Levar o selo da Duke Energy junto ao nosso nos auxilia a ultrapassar fronteiras”, comemorou. Já a coordenadora do projeto da FANORPI, professora Dra. Lucielen Roberta Dias Garcia, afirmou que o trabalho a ser desenvolvido na comunidade rural será contínuo. “A Duke financia por um ano, mas para gente é para a vida inteira. Agradeço muito à empresa pela oportunidade. É, sem dúvida, um crescimento inenarrável”, complementou a docente.

Aluno de Ciências Contábeis que colabora com o projeto, Tiago dos Santos Rodrigues contou que também faz parte de uma comunidade rural, e que esse prêmio já está agregando em sua vida profissional. “Conhecer a Duke é uma oportunidade única e, principalmente, uma experiência muito satisfatória. Nosso projeto é solucionar os problemas destas pessoas”.

A diretora da FACESI, Andréa Bertan, por sua vez, revelou que era um sonho incluir deficientes no ensino superior. “Eu e a equipe de Projetos Sociais fizemos aulas de Libras. Os alunos começaram a faculdade e, hoje, temos três surdos, uma deficiente visual e uma cadeirante em nossa unidade. Para nós, ganhar este prêmio pela primeira vez foi uma grande honra”, afirmou.

“Ambos os projetos trazem na essência a possibilidade de capacitar grupos, fomentar o empreendedorismo e, acima de tudo, levar às comunidades que estão sendo beneficiadas a possibilidade de terem um aumento no seu poder econômico e também seu reconhecimento como grupo social”, elogiou o gerente-adjunto de relações com as comunidades da Duke Energy Brasil, André Guimarães.



 
 
 
 
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